Ambiência Brasília
Eustaquio Ferreira
Bueiros e Poços de Visita
21/02/2018
Uma dracena brotando da pista de rolamento pr√≥ximo do meio-fio parece ex√≥tico, mas √© o que encontramos na L1, em frente ao Bloco A da SQN 410. Dia seguinte, al√©m da dracena j√° um tanto amarelada, havia uma galha seca e um cone de sinaliza√ß√£o de tr√Ęnsito. Tudo para evitar um poss√≠vel desastre.

O aviso de que o bueiro de águas pluviais está sem a grelha de ferro que o cobre e que, quando lá está, dá passagem à água da chuva e permite aos veículos e pessoas a livre circulação em segurança.

Eventualmente √© a tampa de um po√ßo de visita da rede de energia el√©trica, de telefonia, de dados, de g√°s, subterr√Ęneas, que est√° sem a tampa de ferro que a protege da infiltra√ß√£o da √°gua ou outros l√≠quidos, de s√≥lidos como folhas frutos e detritos diversos e evita que pessoas caiam dento dos po√ßos que podem ter alguns metros de profundidade.

A municipalidade contava com agentes, fiscais de obras ou de posturas que percorriam a cidade e reportavam as constata√ß√Ķes de danos ao solo, aos pavimentos, aos equipamentos etc. Com o advento da lei do DF n¬ļ 2.706, de 27/04/2001, que reestruturou a carreira de Fiscaliza√ß√£o e Inspe√ß√£o aqueles agentes deixaram de existir.

O governo, por suas Secretarias, poderia conclamar a popula√ß√£o a enviarem mensagens de voz, ou mesmo v√≠deos, dando conta de situa√ß√Ķes que demandem a√ß√Ķes urgentes para garantir a integridade das pessoas, animais ou ve√≠culos, possibilitando a√ß√Ķes r√°pidas.

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