Ambiência Brasília
Eustaquio Ferreira
Crise hídrica e ação da Caesb
25/10/2017
Neste in√≠cio de outubro de 2017, a Caesb p√īs em opera√ß√£o o sistema de capta√ß√£o, tratamento e distribui√ß√£o de √°gua pot√°vel retirada do Lago Parano√°. Este sistema, com capacidade inicial de oferta de 350 litros/segundo poder√° atender at√© 600 mil pessoas com 50 litros per capta/dia.

Esta obra, conclu√≠da em apenas cinco meses atender√° as popula√ß√Ķes do Paran√°, Itapo√£, Taquari, Varj√£o, Setor de Mans√Ķes Isoladas Norte e Lago Norte. Paralelamente, a Caesb implantou a capta√ß√£o do Bananal para atender o Setor Noroeste.

A velocidade de implanta√ß√£o dessas obras mostra que as solu√ß√Ķes de engenharia podem ser r√°pidas e evitar o desabastecimento. A popula√ß√£o do Distrito Federal cresce √† raz√£o de 2,6 % ao ano o que representa 60 mil pessoas a mais e o consumo a maior de 35 litros/segundo. N√£o se trata apenas do regime de chuvas, mas do aumento de consumo.

Concluído o sistema de tratamento e adução do Corumbá IV, cujas obras foram retomadas após paralização por dois anos, o Distrito Federal terá superado a questão do abastecimento, a exceção da Região Norte, Sobradinho e Planaltina.

As águas do sistema Paranoá tem denotado sabor alterado, talvez por alta concentração de fósforo. A especialista em Tecnologias Ambientais, Vanessa Joana Gomes Emídio, mostra que a concentração de fósforo leva à eutrofização e aparecimento de cianotoxinas. O tratamento das águas exigirá tratamento refinado por nanofiltração.

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