Ambiência Brasília
Eustaquio Ferreira
Distribui√ß√£o das Escolas P√ļblicas
04/07/2018
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Os projetos das aglomera√ß√Ķes urbanas do Distrito Federal seja no Plano Piloto ou nas Cidades Sat√©lites, a exce√ß√£o daquelas resultantes de ocupa√ß√£o espont√Ęnea como Itapu√£ Estrutural, Sol Nascente etc contaram com a destina√ß√£o deterrenos para pr√©-escola, para ensino fundamental e ensino m√©dio, localizados pr√≥ximo das moradias dos alunos.

√Ä medida em que o Distrito Federal teve sua popula√ß√£o aumentada com o passar do tempo, o projeto inicial de universaliza√ß√£o da educa√ß√£o p√ļblica vai perdendo sua for√ßa e parte significativa dos alunos s√£o levados a estudar em escolas privadas, especialmente entre as fam√≠lias de maior renda.

O comportamento daquelas fam√≠lias seria derivado do fato de que as escolas p√ļblicas passam a receber menor investimento,suas constru√ß√Ķes usam materiais de baixo custo, os espa√ßos para atividades al√©m do curr√≠culo m√≠nimo s√£o reduzidas, como bibliotecas, anfiteatros, gin√°sios etc. N√£o s√£o contratados professores para aquelas atividades.

As vagas destinadas aos que iam para escolas privadas passam a ser ofertadas a jovens que nem sempre residem nas redondezas.

Muitos dos alunos do Plano Piloto vêm das Cidades Satélites. Alunos do Varjão estudam no Lago Norte, da Estrutural no Guará etc.

Com tal pol√≠tica os jovens e mesmo crian√ßas s√£o obrigadas a se deslocarem de uma cidade para outra, provocando desgaste f√≠sico e emocional. Tal situa√ß√£o leva a crer que educa√ß√£o p√ļblica n√£o √© prioridade do governo.


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