Ambiência Brasília
Eustaquio Ferreira
Enxurradas e alagamentos
20/11/2017
As chuvas vinham ocorrendo de modo esparso, uma tanto aqui outro ali. A primeira chuva, que se deu na entrada da primavera, foi fraquinha, uns pinguinhos aqui outros ali. Muitas previs√Ķes n√£o cumpridas e uma expectativa postergada a cada semana. Cada precipita√ß√£o criava a certeza de que a partir dali as chuvas iam se firmar.

Neste quadro, em que a umidade relativa do ar teimava em se manter baixa, aqueles eventos não foram suficientes para fazer enxurrada, lavar o solo, e tornar verde os gramados. A folhas secas caídas durante a seca teimavam sobre os gramados também secos. A paisagem ainda era predominantemente vermelha, cor do solo e das folhas.

O temporal da madrugada de 8 de novembro n√£o s√≥ derrubou galhos, arvores, frutos, especialmente das mangueiras, p√īs abaixo as √ļltimas folhas secas e flores que ainda teimavam nas √°rvores. Derrubou e os carreou nas enxurradas, levando tudo aquilo que permanecia no solo para as galerias de √°guas pluviais.

Vale lembrar que anos atr√°s ocorreram mortes sob viadutos alagados na Ceil√Ęndia. Aqueles foram casos extremos, mas n√£o s√£o raros os casos de perdas financeiras por parte dos donos de ve√≠culos automotores em √°reas alagadas por chuvas.

√Č prudente fazer uma limpeza em todos os bueiros situados a jusante das √°reas que estavam cobertas de folhas secas e outros materiais com potencial para obstruir as galerias. A limpeza feita por antecipa√ß√£o evita a ocorr√™ncia de preju√≠zos. 

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