Carreira
Leonardo Grapeia
Afetividade: A conexão para influência
19/07/2017
?A  afetividade  não  parece  ser  um  termo  muito  bem  visto  no  mundo  corporativo,  o  termo remete a uma pessoa complacente com os profissionais de baixa performance e  sempre paira  uma  dúvida: É  melhor  ser amado  ou  ser  temido?  Um  recente  artigo  publica do  na Harvard  Business  Review  demonstrou  com  maestria  a  importância  da  afetividade  na liderança.  Se  pararmos  para  pensar  friamente,  dificilmente   um bom  líder  não  tem  em suas características a afetividade.

Para  desvendar  esse “Mistério”  a  ciência  comportamental  dá  sua  contribuição  para  o debate  com  estudos,  indicando  que  Maquiavel  estava  parcialmente  correto,  quando julgamos  os  outros,  especialmente nossos  líderes.  Avaliamos  primeiro  duas  características: se  inspiram  afeto e se  inspiram  temor.  Estudiosos  concordam  que  esses  são os dois principais critérios do julgamento social. Estudos conduzidos por Princeton e pela Lawrence  University,  mostram que os  profissionais  considerados  competentes,  são deficientes  em  afetividade  e  costuma  despertar  inveja  ou  ressentimento.    Quando respeitamos alguém, queremos cooperar com a pessoa ou afiliar a ela. Já alguém que é considerado simpático, mas incompetente, tende a provocar piedade.

É  verdade  que  percebemos  vários  outros  traços,  mas  nem  são  tão influentes  como  a afetividade  e  a  força.  Aliás, descobertas  no  campo  da  psicologia  mostram  que  essas duas  dimensões  respondem  por mais  de  90%  da  variação  em  impressões  positivas  ou negativas que fazemos do indivíduo. 
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