Marta se torna embaixadora global da boa vontade da ONU Mulheres
12/07/2018 13h59
A Na√ß√Ķes Unidas para a Igualdade de G√™nero e o Empoderamento das Mulheres anunciou nesta quinta-feira que a jogadora Marta se tornou embaixadora global da boa vontade da entidade. Conhecido como ONU Mulheres, o √≥rg√£o √© um bra√ßo da Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas (ONU).

"√Č uma honra me tornar uma embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres para mulheres e meninas no esporte. Estou totalmente comprometida em trabalhar para garantir que mulheres e meninas em todo o mundo tenham as mesmas oportunidades que homens e meninos t√™m para realizar seu potencial e eu sei, da minha experi√™ncia de vida, que o esporte √© uma ferramenta fant√°stica para o empoderamento", disse Marta ao site da entidade.

Diretora-executiva do órgão, Phumzile Mlambo-Ngcuka comemorou o "reforço". "Marta é um modelo excepcional para mulheres e meninas em todo o mundo. Sua própria experiência de vida conta uma história poderosa do que pode ser alcançado com determinação, talento e coragem. O esporte é uma linguagem universal, que nos inspira e nos une, pois amplia nossos limites. Estamos ansiosas para trabalhar de perto com Marta para trazer o poder transformador do esporte para mais mulheres e meninas, e construir rapidamente a igualdade. Tenho o prazer de recebê-la na família da ONU Mulheres", afirmou.

Eleita cinco vezes pela Fifa a melhor jogadora do mundo, Marta j√° havia desempenhado um papel na ONU. Em 2010, a brasileira passou a colaborar com o Programa das Na√ß√Ķes Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), criado para promover a√ß√Ķes que visam erradicar a pobreza no mundo.

"Em todo o mundo, hoje, as mulheres demonstram que podem ter sucesso em pap√©is e posi√ß√Ķes antes mantidas para os homens. A participa√ß√£o das mulheres no esporte e na atividade f√≠sica n√£o √© exce√ß√£o. √Č por meio do esporte que mulheres e meninas podem desafiar normas socioculturais e estere√≥tipos de g√™nero, aumentar sua autoestima, desenvolver habilidades de vida e lideran√ßa. Elas podem melhorar sua sa√ļde, posse e compreens√£o de seus corpos, tomar consci√™ncia do que √© viol√™ncia e como evit√°-la, procurar servi√ßos dispon√≠veis e desenvolver habilidades econ√īmicas", concluiu.

AE
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