Comércio do DF espera crescimento no Dia dos Pais
Foto: reprodução
10/08/2017 07h57

Os comerciantes brasilienses estão otimistas em relação às vendas para o Dia dos Pais. É o que mostra pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio. Entre os empresários entrevistados, a maioria (43,1%) declarou expectativa otimista para um crescimento das vendas durante a data e espera que as vendas sejam maiores do que em 2016. 

Os segmentos mais otimistas em relação às vendas e suas expectativas de crescimento são: Calçados e Acessórios (21,33%); Relógio e Óculos (15,88%); Material Esportivo (13,17%); Eletroeletrônico (7,55%); Perfumarias/Cosmético (7,00%); Chocolatarias (5,61%); Restaurante (5,50%); Floricultura (2,73%). Já os segmentos que esperam queda nas vendas na comparação com o mesmo período do ano passado são: Lojas de Departamento (-8,60%); Lojas de Variedade (-3,65%); Livrarias e Papelaria (-2,50%) e Vestuário/Acessórios (-1,75%).   

O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, explica que essa expectativa indica uma gradual recuperação das vendas após um começo de ano difícil. “Tivemos avanços positivos nos Dias das Mães e dos Namorados, mas ainda não chegamos no crescimento de dois dígitos, que é o esperado pelo empresário”, afirmou Adelmir. “O empreendedor é otimista por natureza e sempre enxerga alta nas vendas de datas comemorativas. Neste ano, particularmente neste período, observamos uma redução dos juros e do custo do crédito para o consumidor, além da inflação que está mais baixa do que a do ano passado, o que acaba ajudando o cliente”, aponta.

Consumidor 

 A maioria dos consumidores brasilienses não está disposta a comprar presentes para comemorar o Dia dos Pais. É o que mostra a pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio. De acordo com o estudo, 37,3% dos entrevistados têm a intenção de presentear o pai, 46,5% não pretendem comprar presentes e 16,2% ainda não sabem. O levantamento ouviu 402 pessoas. Em relação ao tipo de presente, os consumidores preferem segmentos como Calçados/ Acessórios, com 48,8% das inclinações, seguido de Vestuário (42,8%) e Relógio/ Óculos (27,4%). 
 

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