Compromisso com a preservação dos recursos hídricos
Foto: Divulgação
23/03/2018 07h55

A pouco mais de 30 dias para maio, mês que marca o início da estiagem no Centro-Oeste, falar de recursos hídricos é mais do que oportuno, necessário e urgente. Principalmente dentro do evento dedicado ao segmento de maior relevância mundial, organizado pelo Conselho Mundial da Água (ONU), na principal cidade da região. Desde o dia 17 de março, a capital federal abriga o 8º Fórum Mundial da Água, que já passou por Daegu, Coreia do Sul (2015); Marselha, França (2012); Istambul, Turquia (2009); Cidade do México, México (2006); Quioto, Japão (2003); Haia, Holanda (2000); e Marraquexe, no Marrocos (1997).
Programado para ocorrer até hoje, o evento tem recebido a participação de diferentes segmentos e líderes, como chefes de Estado e de governo, ministros, empresas privadas, organizações não governamentais, governos, instituições internacionais e sociedade civil, com o objetivo debater, compartilhar experiências e propor ações relacionadas ao uso e à gestão sustentável da água. 

Na manhã de ontem, a governadora do Distrito 4530, do Rotary Internacional, Margareth Félix da Silva, apresentou os projetos da entidade por meio de painel temático durante o Fórum. O programa da organização, intitulado Plantando as Sementes para Cuidar das Águas do Planalto Central, foi divulgado com diversas ações do Rotary relacionadas ao cuidado com a água na região, com destaque para o Distrito Federal, Tocantins e Goiás.  No DF, o Rotary desenvolve atividades como perfuração de poços, fornecimento de caixas d’água para escolas de comunidades carentes, produção de sementes nativas para reflorestamento e educação ambiental em localidades como Itapoã e Recanto das Emas. Antes de falar ao público, Margareth Félix desejou que as pessoas saíssem mais conscientizadas a respeito da proteção das nascentes, “do plantio de árvore que não pode cessar e da economia da água”.

 

Três perguntas

 

O que a sociedade pode esperar do Rotary Club em relação à preservação dos recursos hídricos?

Um dos grande enfoques de Rotary é água e saneamento básico, o plantio de árvores e a proteção das nascentes (de rios). Então, nós, ‘rotaries’, não poderíamos ficar de fora de um evento tão grandioso como esse, aqui em Brasília, dentro do nosso distrito de Rotary, o 4530.

Que tipo de ação a entidade faz em defesa dos recursos?

O Rotary faz ação de plantio de árvores e cobertura das nascentes com cercamento, com reflorestamento e distribuição de sementes. Nós trabalhamos dentro da questão do saneamento básico também. 

Há alguma ação neste sentido, prevista para este ano?

O presidente de Rotary Internacional, Ian Riseley, tem uma meta de plantar 1 milhão e 200 mil árvores no mundo, neste ano. No nosso distrito que engloba o Goiás, o Distrito Federal e o Tocantins, já plantamos mais de 20 mil árvores. Em Anápolis, por exemplo, nós temos um belo projeto de plantar 10 mil pés de ipê amarelo na avenida que corta a cidade. Vai ser uma avenida maravilhosa.

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