Economia
Material escolar fica mais caro
Pesquisa mostra aumento de 12,97% nos preços em relação a 2016
Foto: Roberval Edu√£o/Al√ī Bras√≠lia
Karol Ribeiro
Brasília
12/01/2017 08h21

O início de um novo ano para as crianças e adolescentes, principalmente, é marcado por alguns gastos tradicionais à época, como as compras de materiais escolares. Pesquisa feita pela Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) com cerca de 200 itens mostra um aumento de 12,97% nos preços, por isso os pais encontrarão nas lojas preços maiores que do ano passado.

Com a lista na mão, a recomendação é pesquisar, pois é grande a diferença de preços entre os estabelecimentos comerciais. A pesquisa mostra variação de valor de até 457% para um mesmo produto. Para a funcionária pública Eunice Daros, que tem quatro filhos, as compras escolares ficam mais caras, porém agradece que a escola exige somente o necessário para os alunos. A funcionária conta também que teve acesso à lista de materiais de um conhecido e se assustou. “Achei realmente abusiva, a sensação que dá é que se está comprando material para a turma inteira”, desabafa.

Mas antes mesmo de sair às compras, os pais devem ficar atentos aos produtos que compõem a lista do material escolar distribuída pelas instituições. É proibida por lei a inclusão de material de uso coletivo como produtos de limpeza, papel higiênico, copos descartáveis, giz, apagador, etiquetas, fitas adesivas, isopor, grampeador e envelope.

Outra dica para economizar é verificar o que é possível ser reaproveitado do ano letivo anterior, como estojos e dicionários, por exemplo. A filha da ex servidora Cláudia Fernandes vai para o 9° ano e afirma achar os livros muito caros, por isso procura auxiliar junto com pai a procurar em acervos de livros usados, mas bem conservados. “Não consigo muito, mas ajuda nas despesas”, afirma.
 

Da reda√ß√£o do Al√ī
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