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29/09/2021, 19:25

Personal Chef vira tendência gastronômica no cenário pós-pandemia em Brasília

Em tempos de pandemia, bares e restaurantes estão funcionando com a capacidade reduzida, e, a partir dessa realidade, eventos que antes aconteciam em locais tradicionais se adaptam ao “novo normal”, e almoços, recepções e jantares ganham propostas inovadoras. Além de observar pratos gourmet ganharem força no modo “viagem”, os profissionais da gastronomia se lançam em um cenário arrojado, na modalidade “Home Chef” ou “Personal Chef”.A atuação do Personal Chef se destaca e está sendo cada vez mais solicitada, gerando grandes oportunidades. Cada serviço tem atendimento exclusivo, desde a elaboração do menu até a entrega completa do evento. Além disso, o profissional abre caminhos para quem desejar aprender ou se aperfeiçoar na profissão, com cursos e novos aprendizados.

Este é o caso do Chef de cozinha francês Lionel Ortega. Radicado no Brasil, o cozinheiro veio da França e passou por várias fases profissionais. Lionel já atuou como dono de restaurante, mas hoje se dedica no mercado arrojado das recepções exclusivas de Personal Chef e cursos gourmet para os amantes da gastronomia francesa. “Ter esse momento de interação com o cliente muitas vezes pode ser a chave para dar vida ao menu que será servido”, destaca Lionel.

O Chef, que acabou de retornar de uma temporada na França em que participou de vários eventos, promete trazer para as mesas da Capital as novidades que aprendeu no velho continente. “Muitos clientes desejam receber amigos e familiares em sua casa com confiança e segurança. Qualquer tipo de evento, como aniversário, jantar com amigos, almoços de negócios ou mini wedding. Transformar o encontro em um momento único e inesquecível.”, destaca o Chef, conta com uma equipe de garçons e auxiliares de cozinha, dependendo do tamanho do evento. Lionel Ortega é Chef de cozinha de 46 anos, originário de Aix-en-Provence (cidade do sul da França). Formado em restaurantes premiados com estrelas no Guia Michelin. Radicado no Brasil, é chef exclusivo de várias famílias internacionais e de embaixadas em Brasília.

“O que eu faço é servir uma experiência para o cliente. Sempre sirvo as refeições à mesa. Podem ser 2 ou 100 pessoas, ninguém fica em qualquer fila. O trabalho com empratados oferece uma experiência diferenciada na gastronomia”.